O amor foi banalizado pelas pessoas de tal forma que a expressão "Te amo" é utilizada corriqueiramente como um substituto do "muito obrigada". E a mesma expressão é dita com tamanha facilidade, que não é necessário conhecer por muito tempo alguém para declarar - se.
Essa banalização fez com que o amor perdesse a força. Poucos são aqueles que acreditam que o amor é capaz de mudar o mundo, e que com o amor se consegue tudo. Poucos são aqueles que valorizam esse sentimento de modo a somente declarar - se quando se tem absoluta certeza do amor que sente pelo outro.
Pessoalmente, eu ainda acredito no amor e em sua força. Acredito que se temos amor no coração somos capazes de conquistar qualquer coisa. E não falo que amo todo mundo, porque sei que não é verdade. Penso muito antes de utilizar a expressão "te amo" com alguém, só uso quando o sentimento é sincero e verdadeiro.
O mundo deveria passar por uma reforma, e aprender a valorizar e cuidar de certas expressões e sentimentos, para que não percam o valor, e por conseguinte, não banalizar o amor.
Wednesday, July 29, 2009
Sunday, July 26, 2009
Acho muito válido quando um amigo tenta nos ajudar, ou nos influenciar de forma positiva, a fim de melhorar nosso estilo de vida. Seja para parar de fumar, beber ou comer carne, quando as intenções são sinceras, acredito que só podemos nos beneficiar.
Porque esse amigo irá expor suas opiniões, argumentando com motivos reais e concretos, porque deveriamos mudar algo em nós mesmo. E se por ventura não conseguíssemos mudar algum hábito, em nenhum momento o amigo ficaria irritado, porque afinal de contas, não somos todos iguais, e muitos de nós são fracos em relação a certos vícios.
O problema é que as vezes cruzamos com alguns filhas-da-puta que através de intimidação tentam mudar nossos hábitos à força, para alimentar seu próprio ego, sem preocupar - se de qualquer modo com o nosso bem - estar fisico e psicologico. E essas pessoas, não podem ser consideradas amigas. Na minha opinião, nem conhecidas.
Porque esse amigo irá expor suas opiniões, argumentando com motivos reais e concretos, porque deveriamos mudar algo em nós mesmo. E se por ventura não conseguíssemos mudar algum hábito, em nenhum momento o amigo ficaria irritado, porque afinal de contas, não somos todos iguais, e muitos de nós são fracos em relação a certos vícios.
O problema é que as vezes cruzamos com alguns filhas-da-puta que através de intimidação tentam mudar nossos hábitos à força, para alimentar seu próprio ego, sem preocupar - se de qualquer modo com o nosso bem - estar fisico e psicologico. E essas pessoas, não podem ser consideradas amigas. Na minha opinião, nem conhecidas.
Thursday, July 23, 2009
Eu sou da teoria de que devemos estar rodeados apenas de pessoas que nos fazem bem, mas infelizmente nem sempre podemos optar por isto. No trabalho, na faculdade, e até em saídas com amigos ou namorados somos obrigados a conviver com pessoas não muito agradáveis, que além de incomodar, às vezes são capazes de nos atingir de maneiras baixas. E quanto a isso não há o que fazer, não podemos criar um mundinho inteiramente nosso, onde viveríamos 24 horas por dia, 365 dias por ano. Em algum momento teríamos que pegar nossas capas de chuva e nossas sombrinhas e enfrentar as tempestades que existem no mundo real. Mas podemos escolher a dedo quem estará perto de nós quando estaremos acompanhados por opção. E devemos sempre nos certificar que estas pessoas querem apenas o nosso bem, que elas nos ajudem a sermos melhores, mais maduros e felizes. Quando conseguimos isso, só teremos amizades com trocas positivas, entretanto, assim como o mundo, as pessoas mudam, e daí, o que se faz quando alguém de quem gostamos, e que já nos fez muito bem, passa a nos fazer mal, não intencionalmente, simplesmente sendo ela mesma?
Wednesday, July 08, 2009
Sempre caí de cabeça em tudo que me envolvia. Trabalhos, amizades, relacionamentos. Acredito que sempre dei 110% se não mais de mim. Mas será que realmente vale a pena? Penso que as vezes pessoas que como eu s dedicam demais a um assunto estão fadadas a sair machucadas, não importa o que aconteça. Num relacionamento, seja amoroso, seja amigável, esperamos ser retribuídas por tudo aquilo que damos, numa tentativa de obter reconhecimento pela dedicação e amor depositados na pessoa. Mas por sermos tão dedicadas, acabamos ficando frustradas pelo fato de que muitas vezes as pessoas não se dão todo o trabalho, não são tão dedicadas, logo, não devolvem tudo aquilo que recebemos. E quando esperamos que isso não aconteça, quando enchemos nossos corações de esperanças, dia após dia, pessoa após pessoa, não é pelo simples fato de que se demos devemos receber de volta, mas porque procuramos outras pessoas iguais a nós, porque vivemos a partir da premissa que não se deve fazer aos outros, o que não queres que façam a ti.
Constantemente me encontro na situação de me frustrar com alguém ou algo por não responderem a minha expectativa, não me tratando do modo que esperava. Antes ficava mais do que frustrada, ficava deprimida, arrasada. Não digo que hoje não sinto nem uma ponta destes sentimentos, mas aprendi que o que faz de nós seres humanos tão únicos e indispensáveis é a individualidade. E cada pessoa possui seu conjunto de prioridades, sua forma de ver o mundo, de amar e de relacionar – se com o outro. Por isso agora encontro – me numa situação de frustração, levanto a cabeça e continuo seguindo em frente, sempre à procura de pessoas que assim como eu, dedicam – se totalmente a tudo que fazem.
Constantemente me encontro na situação de me frustrar com alguém ou algo por não responderem a minha expectativa, não me tratando do modo que esperava. Antes ficava mais do que frustrada, ficava deprimida, arrasada. Não digo que hoje não sinto nem uma ponta destes sentimentos, mas aprendi que o que faz de nós seres humanos tão únicos e indispensáveis é a individualidade. E cada pessoa possui seu conjunto de prioridades, sua forma de ver o mundo, de amar e de relacionar – se com o outro. Por isso agora encontro – me numa situação de frustração, levanto a cabeça e continuo seguindo em frente, sempre à procura de pessoas que assim como eu, dedicam – se totalmente a tudo que fazem.
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